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| Universidade e Petrobras pesquisam controle de contaminação de águas | ![]() |
Num derramamento que alcance o lençol freático, o deslocamento do combustível depende de três fatores: velocidade do fluxo de água subterrânea, capacidade de retardo no deslocamento dos contaminantes e biodegradação. A preocupação do projeto é controlar esses três itens de modo que os riscos de desastre para o meio ambiente possam ser corretamente avaliados. Se a velocidade de deslocamento da água no solo for rápida, por exemplo, a contaminação pode atingir uma fonte de água potável ou um mangue. Se for lenta, os microorganismos se encarregarão de degradar os poluentes. Uma simulação do estudo foi feita na Fazenda da Ressacada (área da UFSC próxima ao bairro Tapera, no Sul da Ilha), com o derramamento de 20 litros de gasolina na água subterrânea. Desde dezembro de 1998 o deslocamento do combustível na área contaminada vem sendo acompanhada. São mais de 150 pontos de amostragem. Os professores e alunos da UFSC, bem como os técnicos do Centro de Pesquisa da Petrobras envolvidos no projeto, consideraram os resultados excelentes. O experimento foi aprovado pelos órgãos ambientais. Pesquisa semelhante está sendo desenvolvida nos Estados Unidos, porém a gasolina brasileira (que contém álcool) influencia nos resultados. Nos Estados Unidos o aditivo utilizado é o MTBE, um composto químico muito mais poluente que o álcool. Apesar das diferenças, a tecnologia brasileira desperta interesse no exterior.
Fonte: UNABERTA
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