Fábrica de lâmpadas é a primeira a receber o certificado ambiental ISO 14001


A fábrica de lâmpadas da
Philips, situada em Mauá, na Grande São Paulo, recebeu a certificação ambiental ISO 14001 no dia 13 de agosto de 1998, durante cerimônia que contou com a presença do então ministro do Meio Ambiente, Gustavo Krause. Nenhum outro fabricante de lâmpadas em atividade na América Latina possui um sistema de gerenciamento ambiental com esse status.

Líder do mercado brasileiro de lâmpadas, a Philips fabrica em Mauá cerca de 100 modelos de lâmpadas incandescentes e outros 22 modelos de lâmpadas fluorescentes, além de uma linha com 32 tipos diferentes de lâmpadas para iluminação pública.

O Sistema de Gerenciamento Ambiental criado e implantado nessa fábrica em 1991 consumiu investimentos de US$ 2 milhões nesse período. Outros US$ 500 mil deverão ser aplicados pela empresa na

manutenção desse projeto, e na contínua melhoria dos resultados já alcançados, até o final de 1999. O resultado desse esforço começou a surgir rapidamente, também como consequência do envolvimento direto dos 1.000 funcionários da Philips e de outros 300 empregados em fornecedores, empresas prestadoras de serviços e em clientes.

Uma das prioridades da Philips era "zerar" o consumo de CFCs e CHCs, nocivos à camada de ozônio da atmosfera. Isso foi alcançado em 1995. Até os anos anteriores a fábrica consumia um volume de 17,3 toneladas anuais. Ainda como parte dessa prioridade, várias outras substâncias agressivas ao meio ambiente também foram eliminadas, como foi o caso do tolueno, xileno, cádmio, cromo, benzeno arsênico, chumbo e antimônio.

Entre 1992 e 1998, a fábrica de lâmpadas da Philips em Mauá conseguiu reduzir substancialmente o consumo de energia elétrica. Para cada mil lâmpadas produzidas eram gastos 167 Kwh há seis anos. Hoje a fábrica produz 20% mais lâmpadas consumindo 117 Kwh, numa redução de 30%.

Foram construídas áreas internas para a armazenagem de resíduos produzidos pela atividade produtiva, que passaram a ser recolhidos e destruídos exclusivamente por empresas especializadas e homologadas. Em 1994 foi inaugurada a estação de tratamento de efluentes, que teve seu projeto e construção monitorados pela CETESB. Essa estação de tratamento monitora e neutraliza a presença de efluentes ácidos.

O envolvimento de 100% na questão da proteção ambiental gerou a formação de Grupos de Trabalho voltados especificamente para questões ambientais, como o GT Green Pack, que representou a América Latina num concurso internacional promovido pela empresa em 1997 defendendo um projeto de redução do uso de papel e papelão nas embalagens das lâmpadas. A economia já alcançada pela empresa no Brasil a partir da aplicação das propostas do GT Green Pack está próxima de atingir US$ 400 mil e a redução no uso de papel e papelão já chegou a 15%.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Philips do Brasil