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| Fábrica de lâmpadas é a primeira a receber o certificado ambiental ISO 14001 | ![]() |
Líder do mercado brasileiro de lâmpadas, a Philips fabrica em Mauá cerca de 100 modelos de lâmpadas incandescentes e outros 22 modelos de lâmpadas fluorescentes, além de uma linha com 32 tipos diferentes de lâmpadas para iluminação pública.O Sistema de Gerenciamento Ambiental criado e implantado nessa fábrica em 1991 consumiu investimentos de US$ 2 milhões nesse período. Outros US$ 500 mil deverão ser aplicados pela empresa na manutenção desse projeto, e na contínua melhoria dos resultados já alcançados, até o final de 1999. O resultado desse esforço começou a surgir rapidamente, também como consequência do envolvimento direto dos 1.000 funcionários da Philips e de outros 300 empregados em fornecedores, empresas prestadoras de serviços e em clientes.Uma das prioridades da Philips era "zerar" o consumo de CFCs e CHCs, nocivos à camada de ozônio da atmosfera. Isso foi alcançado em 1995. Até os anos anteriores a fábrica consumia um volume de 17,3 toneladas anuais. Ainda como parte dessa prioridade, várias outras substâncias agressivas ao meio ambiente também foram eliminadas, como foi o caso do tolueno, xileno, cádmio, cromo, benzeno arsênico, chumbo e antimônio.Entre 1992 e 1998, a fábrica de lâmpadas da Philips em Mauá conseguiu reduzir substancialmente o consumo de energia elétrica. Para cada mil lâmpadas produzidas eram gastos 167 Kwh há seis anos. Hoje a fábrica produz 20% mais lâmpadas consumindo 117 Kwh, numa redução de 30%.Foram construídas áreas internas para a armazenagem de resíduos produzidos pela atividade produtiva, que passaram a ser recolhidos e destruídos exclusivamente por empresas especializadas e homologadas. Em 1994 foi inaugurada a estação de tratamento de efluentes, que teve seu projeto e construção monitorados pela CETESB. Essa estação de tratamento monitora e neutraliza a presença de efluentes ácidos.O envolvimento de 100% na questão da proteção ambiental gerou a formação de Grupos de Trabalho voltados especificamente para questões ambientais, como o GT Green Pack, que representou a América Latina num concurso internacional promovido pela empresa em 1997 defendendo um projeto de redução do uso de papel e papelão nas embalagens das lâmpadas. A economia já alcançada pela empresa no Brasil a partir da aplicação das propostas do GT Green Pack está próxima de atingir US$ 400 mil e a redução no uso de papel e papelão já chegou a 15%. Fonte: Assessoria de Imprensa da Philips do Brasil
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