|
CASES

Ousadia foi
a palavra-chave que transformou uma pequena oficina mecânica
em uma das maiores indústrias do Brasil na fabricação
de autopeças: a Metalúrgica Riosulense.
Fundada em 1946, a Riosulense produzia peças para a indústria
madeireira. Assistindo ao declínio do setor, a empresa decidiu
investir no segmento de autopeças, ainda desacreditado pela
maioria.
Atualmente, a Metalúrgica Riosulense é absoluta em
Santa Catarina na fabricação de peças para
motores como guias, sedes e tuchos de válvulas. A empresa
investe pesado em equipamentos e novas tecnologias e se preocupa
também com o social. Em 2002, foram investidos mais de R$
7,5 milhões em projetos sociais como o Programa Largada 2000,
coordenado pelo SESI/SC, que já atendeu mais de 300 crianças
e adolescentes.
A Riosulense também oferece atendimento médico e psicológico,
além de financiar os estudos de seus colaboradores. O reconhecimento
por esse trabalho é refletido na conquista de diversos prêmios
de excelência, como o de Incentivo à Qualidade e Produtividade,
promovido pela FIESC e Confederação Nacional da Indústria
(CNI), comprovando o talento e a capacidade empreendedora da Metalúrgica
Riosulense.

Empreendedorismo,
tecnologia, criatividade e dinamismo são marcas da Pollux,
ISA do Brasil, Fast Parts e SIQ, empresas que concluíram
o período de incubação no Midiville –
incubadora de base tecnológica do Sistema FIESC.
A Pollux desenvolve, projeta e implanta sistemas de visão,
uma tecnologia que substitui o trabalho humano na inspeção
de produtos em linhas de fabricação, descartando todas
as peças com defeito.
Da necessidade de engenheiros e projetistas que precisavam testar
a qualidade e aceitação de seus produtos, antes da
produção em série, surgiu a Fast Parts, que
oferece protótipos e modelos com qualidade e garantia de
sigilo.
A ISA do Brasil é um exemplo de como as parcerias podem dar
certo. A tecnologia, trazida da Alemanha, encontrou no Midiville
toda a infra-estrutura que precisava. Hoje, a empresa produz sistemas
de automação industrial onde o principal produto é
o AGV, que dispensa o trabalho humano no transporte de mercadorias.
Na SIQ, também conhecida como South, a palavra de ordem é
credibilidade. O principal serviço é o laudo dimensional,
um relatório que informa se uma determinada peça está
de acordo com as especificações do cliente.
Com o término do ciclo de incubação da Pollux,
ISA do Brasil, Fast Parts e South, o Midiville completa quatro anos
de incentivo à criação de produtos e serviços
inovadores. A incubadora é financiada pelo BID e conta com
a gestão e o suporte do IEL/SC e SENAI/SC.

Todo
mundo já construiu ou passou por alguma reforma em casa.
Mas o que muita gente não sabe é que o planejamento,
a tecnologia e o empreendedorismo estão presentes no dia-a-dia
da indústria da construção.
Para tornar um empreendimento inovador, o primeiro passo das construtoras
é estudar as melhores estratégias a serem adotadas.
Seguindo as premissas do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade
no Habitat (PBQP-H). Por meio desse sistema, conseguem materiais
de excelente qualidade e redução do desperdício,
sem deixar de lado a responsabilidade social. As empresas oferecem
aos profissionais, qualidade de vida e treinamento em parceria com
o Sistema FIESC/SENAI. Por isso, muitas delas já conquistaram
a ISO 9000 e ISO 9001.
Outra preocupação é com o meio ambiente. As
empresas catarinenses do setor da construção buscam
valorizar o ecossistema local e criam estações próprias
de tratamento de esgoto nas obras para não causar danos ambientais.
Além disso, através da informatização,
dos equipamentos de alta tecnologia e do contato direto com o cliente,
oferecem serviços personalizados e soluções
para qualquer tipo de problema. Construir com tecnologia, qualidade
e segurança é somente uma prova do talento e da capacidade
empreendedora daqueles que fazem a indústria da construção
civil.

Em
1979 uma família de empresários criou uma pequena
fundição em Caravaggio, sul de Santa Catarina. Com
a consolidação da empresa no mercado, os fundadores
resolveram diversificar a linha de produção e criaram,
em 1986, a Metalúrgica DS. Para montar um negócio
inovador, a MDS foi buscar tecnologia no exterior e passou a desenvolver
produtos para o mercado de reposição de autopeças.
Os novos equipamentos permitiram o aumento da produtividade e, com
a parceria do Sistema FIESC/SENAI, vários programas foram
implantados para aumentar a qualidade dos produtos. Graças
à ousadia dos empresários, a MDS tem atualmente uma
capacidade para a fundição de mil toneladas de ferro
e usinagem de 120 mil discos, tambores e cubos, vendidos para reposição
de grandes montadoras e fornecedores. Mas a preocupação
dos empreendedores não é só com a produção.
Com laboratórios e usinagem totalmente automatizada, a MDS
fabrica produtos com durabilidade, segurança e a qualidade
assegurada pelo certificado ISO 9002, prova do talento e da capacidade
empreendedora da Metalúrgica DS.
O trabalho
que é sucesso no Brasil e está se tornando referência
mundial na área de produtos médicos de alta tecnologia
começou em uma incubadora de empresas. A dedicação
e o empreendedorismo garantiram um lugar de destaque à empresa
Nano Endoluminal. As pesquisas começaram em 1995 e cinco
anos depois a empresa teve a autorização do Ministério
da saúde para comercializar os primeiros equipamentos para
tratamento de doenças vasculares. Por seu espírito
empreendedor, a nano endoluminal conseguiu uma parceria com o Massachussets
Institute of Technology (MIT) e o apoio de fundos de investimento.
Os pesquisadores e empresários da Nano Endoluminal sabiam
que um dia o esforço inicial traria bons resultados. Atualmente,
a empresa tem o respeito do mercado nacional e já está
exportando para a América Latina e Comunidade Européia,
sendo que a empresa continua se dedicando à pesquisa e ao
aperfeiçoamento de produtos médicos. O prêmio
de desenvolvimento tecnológico da Sociedade Brasileira de
Radiologia Intervencionista e a conquista do certificado ISO 9000
é prova do talento e da capacidade empreendedora da Nano
Endoluminal.
Produzir
com qualidade e responsabilidade para enfrentar os desafios do mercado.
Este sempre foi o objetivo dos empreendedores de uma das principais
indústrias de leite e derivados de Santa Catarina: a Lactoplasa
Indústria de Laticínios do Planalto S/A.
Criada na década 1970 em Lages, a empresa começou
como uma distribuidora de leite, mas a família de empresários
queria ter uma produção própria e por isso
trouxe da Alemanha os primeiros equipamentos que processavam cerca
de 8 mil litros de leite por dia. Aos poucos eles perceberam que
era possível expandir o mercado e investiram na produção
que hoje chega a 140 mil litros do produto. Alcançar um lugar
de destaque na economia do estado não foi uma tarefa fácil.
Atualmente, a Lactoplasa tem mais de 1,3 mil revendedores e os empresários
continuam investindo na melhoria dos produtos. Além disso,
contribuem para o crescimento do setor, dando assistência
técnica aos produtores da região, em parceria com
o Sistema FIESC/SESI/SENAI. O Prêmio Top of Mind para o gênero
leite na região serrana, ganho por oito anos, é o
reconhecimeto do talento e da capacidade empreendedora da Lactoplasa
Indústria de Laticínios do Planalto S/A.

A preocupação
dos empreendedores com a qualidade dos produtos e a satisfação
dos clientes transformou uma simples empresa de couro em Caçador
numa indústria que atualmente atende o mercado nacional e
internacional: o Curtume Viposa S/A.
Fundada na década e 1930, a empresa faliu com o fim da Segunda
Guerra Mundial e foi reaberta em 1954 por um grupo de empresários.
Mas foi com o Grupo Seleme que a Viposa passou a investir em tecnologia
e elevado padrão de qualidade. A empresa foi o primeiro curtume
brasileiro participante do Projeto Couro a testar equipamentos para
reduzir o impacto ambiental. O estudo é coordenado pelo Sistema
FIESC/IEL, numa parceria entre curtumes brasileiros e alemães.
Graças ao espiríto empreendedor de seus diretores
e colaboradores, a Viposa foi ainda mais longe e passou a investir
em exportação. Hoje, do faturamento R$ 84 milhões,
70% vêm das vendas no exterior. Esta preocupação
com a qualidade e os consumidores resultou no certificado ISO 9001/2000.
Prova do talento e da capacidade empreendedora do Curtume Viposa
S/A.

De
uma simples idéia de investir na área de tubulações
para suprir a necessidade da companhia e aumentar sua agilidade
no mercado, surgiu uma das maiores e mais respeitadas indústrias
de tubos de aço de Santa Catarina: a Tuper S/A Divisão
Tubos. Com a determinação e iniciativa dos sócios,
que acreditavam que o setor metalúrgico poderia ser uma alternativa
para a economia de São Bento do Sul, a divisão tubos
saiu do papel e virou realidade. Em 1981, os primeiros tubos de
aço começaram a ser produzidos, mas isso ainda era
pouco. Frank Bollmann, um dos sócios da companhia, queria
mais e a capacidade de produção da Tuper, que antes
era de 4,8 mil toneladas de tubos por ano, atinge atualmente 55
mil toneladas. Este resultado só foi possível através
de uma política de investimentos na capacitação
e qualificação dos funcionários, em parceria
com o Sistema FIESC/SESI/SENAI, em que são incentivados a
produzir sempre mais e melhor. ISO 9001, QS 9000 e o reconhecimento
dos consumidores do Mercosul são apenas algumas comprovações
do talento e da capacidade empreendedora da Tuper S/A Divisão
Tubos.

A trajetória
da Duas Rodas Industrial, empreendimento que, em 7 mil metros quadrados,
abriga a maior produção nacional de matérias-primas
para sorvete, começou no século passado. Em 1925,
a cultura dos óleos essenciais chega ao Brasil com a migração
de um casal de alemães em busca de vida nova, mas sabendo
o que queria: exercer a sua força empreendedora e continuar
a família Hufenüssler em Jaraguá do Sul. Para
marcar com tradição o futuro: duas rodas de pás
de barco a vapor ligadas por uma cruz, o desenho do brasão
de Máins, é uma homenagem à cidade natal dos
fundadores.
No
fim dos anos 40, a empresa diversifica sua produção
para o ramo de matérias-primas para sorvetes e, a partir
de 65, inova com a industrialização de purê
de banana. Setenta e sete anos depois, a Duas Rodas Industrial tem
mil postos de distribuição nacional, exporta para
20 países, possui unidades fabris na Argentina e Chile e
está construindo uma fábrica no Nordeste. Além
de extrair e processar óleos essenciais de frutas e plantas,
a empresa desenvolve e aplica aromas em lácteos, bebidas,
doces, salgados e embutidos.
Parceira
constante do Sistema Fiesc, a Duas Rodas tem valorizado projetos
conjuntos nas áreas de comércio exterior, treinamento
e qualificação e de promoção esportiva.
Entre as várias qualificações já conquistadas
estão as ISO 14001, em 96, e 9001, em 2000.

Depois
de pesquisar minuciosamente o mercado catarinense, o empresário
Jayme Zanatta resolveu "dar asas" a seu espírito
empreendedor e apostou numa área ainda pioneira em Santa
Catarina: a produção de tintas industriais. Com a
assessoria de uma equipe qualificada, o empresário inaugurou
em 1993 a Farben Tintas, no município de Içara. O
nome da empresa vem do alemão: cores.
Hoje,
quase dez anos depois, a Farben fabrica tintas e vernizes para os
segmentos moveleiro, metal mecânico e imobiliário de
todo o Brasil. A produção chega a 1 milhão
de litros de tintas por mês e a empresa já exporta
para países do mercosul.O crescimento real da empresa é
de 30% ao ano.
Com
um parque fabril de 5 mil metros quadrados de área construída,
a Farben investe na produção utilizando matéria-prima
importada; no desenvolvimento de novos produtos e na aplicação
dos produtos fabricados.Outra preocupação da empresa
é com o meio ambiente. As tintas são cuidadosamente
testadas para diminuir a toxidade e o Parque de Estocagem atende
a rígidas normas de segurança e proteção
ao meio ambiente. Dentro dessa política de qualidade, a Farben
inova em tecnologia e treina constantemente os seus profissionais,
alguns deles em cursos promovidos pelo SENAI/SC. Outra marca registrada
é o atendimento ao cliente. A Farben oferece produtos personalizados,
de acordo com a necessidade de cada um.
Fórmulas
de sucesso que fazem a diferença no mercado!

De um
fundo de quintal a um mercado dominado por multinacionais. Em 1979,
a primeira máquina da Metalúrgica Dalla Lana forjou
bebedouros para suínos e bovinos. Trabalhando sem descanso,
a família Dalla Lana, de Luzerna, passou a retificar bombas
hidráulicas para reposição em máquinas
pesadas, mas tinha como meta fabricar os equipamentos, atividade
que acabou acontecendo em 1986.
Dois
anos depois, já com sede própria, a Metalúrgica
Dalla Lana ou simplesmente Medal investiu em tecnologia
e qualidade, um esforço reconhecido pelo mercado nacional
que, atualmente, absorve as 450 bombas hidráulicas num conjunto
de 140 diferentes itens fabricados por mês pela empresa.
Com
este dispositivo, aliás, a empresa levou para Luzerna o Prêmio
CNI de Incentivo à Qualidade e Produtividade 1999, promovido
no Estado pelo Sistema FIESC. Para isso, foi fundamental investir
em capacitação: mais de noventa por cento dos trinta
cinco colaboradores da Medal já foram treinados pelo SENAI.
No
ano que vem, a Medal, com a área de produção
triplicada, lança no mercado a furadeira hidráulica,
um produto inédito em âmbito internacional que dará
início a um novo desafio: a exportação.

A
história dos tubos e conexões de PVC fabricados pela
Tigre começou a partir de uma pequena fábrica de pentes
de Joinville confeccionados artesanalmente com chifres de animais.
O catarinense João Hansen Júnior percebeu que o aparecimento
de produtos de plástico, baratos e coloridos, poderia ser
um temível concorrente. Em plena década de 40, ele
enfrentou os novos desafios do mercado e passou a confeccionar pentes,
cachimbos, piteiras e leques de plástico, mas antes tratou
de conhecer bem todas as possibilidades de utilização
da matéria-prima. Enquanto pesquisava os plásticos,
o empresário João Hansen Júnior conheceu os
tubos e conexões em PVC produzidos na Alemanha e trouxe a
tecnologia para sua fábrica no Brasil. Em 1950, a Tigre implantou
com pioneirismo as mangueiras de PVC flexível e, logo em
seguida, os tubos e conexões de PVC.
Após
61 anos, o espírito de inovação continua sendo
a marca registrada da empresa que entrou de vez na área de
construção civil com a fabricação de
sistemas para instalações prediais, saneamento, irrigação,
acessórios sanitários, ferramentas para pintura e
ainda portas, janelas e forros. Como uma das 12 marcas mais valiosas
do Brasil, a Tigre detém 60% do mercado nacional e já
levou seus produtos para diversos países.

De
uma pequena fábrica saíram, em 1966, as primeiras
porcas da Metalúrgica Fey, de Indaial. Após 36 anos,
a empresa conquistou a sexta posição do ranking nacional
da produção de fixadores de aço e o segundo
lugar na fabricação de porcas, o carro-chefe da Fey,
que produz também parafusos e grampos.
Para isso, a empresa buscou o melhor em máquinas e equipamentos,
tecnologia de ponta na produção de 1,2 mil toneladas
por mês de 5 mil ítens em fixadores de aço.
Conformadoras,
rosqueadeiras, laminadores, banhos de zinco e tratamento térmico
são algum dos modernos equipamentos e processos da Fey que
resultam em produtos de qualidade, durabilidade e valor agregado.
Numa
área de 23 mil metros quadrados e com 340 colaboradores,
a Metalúrgica Fey, certificada pela ISO 9002, fornece fixadores
de aço para os mercados de fabricantes de motores e máquinas
agrícolas, autopeças e de equipamentos de transporte
em geral. Para atender essa demanda, a filosofia da empresa é
manter uma equipe qualificada e motivada, com acesso a benefícios
e participação nos resultados

Oitenta
e dois países da Ásia, América Latina e Europa
absorvem tecnologia catarinense inédita em equipamentos odontomédicos
produzida em Palhoça. Responsável por uma verdadeira
revolução na precisão dos equipamentos, a Olsen
Indústria de Equipamentos Odontomédicos tem como estratégias
a observação de mercado, a verticalização
da produção e a geração de tecnologia
própria e está presente em 80 pontos de venda no Brasil,
Única
na captação e exposição de imagens para
diagnóstico, a Olsen leva ao mercado 360 conjuntos de um
total de 25 modelos todo mês. São cadeiras, mesas,
refletores e acessórios que utilizam tecnologia de fibras
ópticas e de microprocessadores digitais, de monitoramento
cardíaco, de sistema de massagem anti-estresse e de comando
de voz.
Na Olsen, a tecnologia só é absorvida quando agrega
valor à criatividade e ousadia da empresa como forma de enfrentar
um mercado altamente competitivo.
A segurança
e o conforto para o usuário e o paciente, garantidos pelo
zelo de qualidade da Olsen, resultam em produtos feitos por uma
equipe de 167 colaboradores, numa área de produção
de cinco mil metros quadrados, com capacidade instalada de mil equipamentos
por dia.
SAIBA
MAIS
Rodovia Admar Gonzaga, 2765 - 88034-001 - Itacorubi
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
Fone: 48 231-4100 - E-mail: sctalentos@fiescnet.com.br
|